MISSÃO INSTITUCIONAL
     


Desenvolvimento de ações orientadas à educação, pesquisa e interação com a sociedade para a promoção do Comportamento Sustentável.

 
 
  VISÃO
     

Os tempos mudaram!
O momento em que vivemos é de rápidas e constantes mudanças – os velhos paradigmas já não existem.
Para entender os acontecimentos das mudanças turbulentas e vertiginosas, das quais somos agentes e testemunhas, e a velocidade que essas transformações imprimem em nossos valores, é motivo de reflexão e de se investir na práxis do conhecimento das ciências do comportamento.
Essa é a ferramenta necessária para a Nova Era Industrial, Tecnológica e Social e exige muito mais do profissional, de qualquer segmento de atuação, que o simples e profundo conhecimento técnico – que é o saber interagir com as pessoas.
A sociedade, no contexto do mundo, tem passado, também, por sérias mutações que, nas empresas, em particular, se manifestam à necessidade crescente de se trabalhar na mudança do homem – ator real desse novo milênio.
Todo esse processo requer cuidados preliminares e essenciais para sua efetiva implantação, a lembrar: as relações interpessoais e intrapessoais, os conflitos, as aspirações, o nível de motivação, a cultura organizacional, a energia da equipe, a afetividade, enfim, a leitura da ambiência da organização, sua precisão, estratégias e condições objetivas para sua absorção e elaboração.Estas possibilidades não são fruto de geração espontânea, são condições construídas com as pessoas, tendo como conseqüência, para elas, maior receptividade e consciência crítica, tornando-as confiantes e integradas.
No que tange ao setor empresarial, sabe-se que o desempenho econômico de uma sociedade depende fundamentalmente dos atores dessa sociedade e da visão das organizações que empregam esses mesmos atores.  Assim, se o modelo de desempenho econômico dessa sociedade vai bem, pode-se pressupor que essas organizações estão atentas ao desenvolvimento social e se antecipando às novas tendências de Comportamento, de Economia ede Mercado.
Admitir-se uma organização sem visão social, meramente como organismo sustentado por suas tradições, seria ingênuo e distraído. Há que se admitir que as organizações estejam sempre prontas para uma Mudança de Paradigmas; prontas para o exercício de Novas Tendências e prontas para o Empreendimento das Novas Chamadas, tantoeconômicas como sociais.
No que tange ao trato da tecnologia, o modelo sócio-econômico já impôs novos conceitos: antes, tecnologia, era vista com a arte de fazer bem e com lucro; depois, numa visão mais sistêmica, aportou a idéia de ser a arte de fazer algo fisicamente factível, economicamente viável e mercadologicamente vendável e, mais modernamente, a tecnologia transcende às artes do fazer para a arte auto-reguladora das necessidades econômicas e sociais.
Importa, pois, perceber-se que, o desempenho econômico de uma sociedade, a tecnologia auto-reguladora e as organizações que empregam os atores do atual mercado formam um tripé indissociável.
Se o modelo econômico e o referencial social impõem uma Nova Ordem, fica claro que a mudança de paradigmas se faz mister. Por outro lado, na indissociabilidade desse tripé comentado, as organizações que empregam tais atores têm que estar atentas à antecipação de tendências. E, numa antecipação de tendências, percebe-se já, nessa era de informação e conhecimento, que a Nova Ordem impõe o paradigma biológico num conjunto de transformações, destacando-se: o modelo horizontal de gerência em substituição ao vertical piramidal, na formação de células de atuação; a substituição de modismos tradicionais que dão lugar aos diagnósticos sob-medida e o relacionamento humano interno e externo nas organizações que deixam de ser formais e profissionais e passam a ser princípios de uma nova ética social.
A formação de novos atores para o setor produtivo e a adaptação daqueles em exercício profissional, na visão moderna, onde o sentido policelular inteligente substitui a tradicional forma piramidal hierárquica, se constitui como modelo de organização interna do IFV, onde se reconhece que Negócio, Comportamento e Decisão não andam em separado.
Na questão acadêmica, há tempos se dizia que a Educação era a função natural pela qual a sociedade transmitia a sua herança de costumes, hábitos, capacidades e aspirações.
Hoje, diante da explosão da tecnologia, ou pelo menos, dessa avassaladora marcha de conquistas de bens de conforto e de transformação, poderíamos dizer que a Educação é a função que se faz dirigida, que obedece a planos, que gradua e que torna o homem capaz de continuar essa marcha.
A Educação, então, atravessa o tempo, apresentando-se mais dirigida aos interesses dos interlocutores da discussão sobre suas políticas e objetivos. Raramente as discussões sobre Educação trazem o “tempo futuro”. Quase sempre se discutem sua história, seus princípios e modelos e, assim mesmo, no campo do ensino-aprendizagem.
As discussões sobre o Tempo Futuro parecem ser privativas daqueles que ainda se animam para os programas revolucionários ou para os programas diferentes da “mesmice pedagógica”.
Sabemos que a sociedade passa por transformações que se manifestam em todos os segmentos, o que implica na necessidade, cada  vez   mais  crescente,  de  se  mergulhar  em mudanças sucessivas. Tais mudanças, geradoras, de desenvolvimento social, aparecem na escola, no homem, na família, na tecnologia, etc, mas, em todas elas está presente a Relação, onde o homem é sempre partícipe. Desse modo, não poderá haver nunca o rompimento das relações do homem com os sistemas e nem mesmo com o humanismo.
 Na escola, na academia, nos centros de treinamento e de educação, a relação, se faz presente como reguladora do não rompimento. Assim, aprimorar as relações na vida acadêmica é garantir a harmonia e o equilíbrio da sociedade, é garantir o perpetuismo do humanismo.
 Na visão de tempo futuro, o IFV, traz a questão da relação em destaque e a associa aos aspectos de desenvolvimento da criatividade, das relações humanas, da decisão e da experiência de sujeito, criando um modelo de inserção curricular ou de estudos e práticas adjacentes à estrutura acadêmica tradicional.
Na questão comunitária, seria ingênuo e distraído se achássemos que seria possível desperdiçar diariamente os minutos necessários à atenção às pequenas coisas do cotidiano; seria, também, ingênuo e distraído se ignorássemos os nossos desgastes físico e mental nas tarefas diárias e, ainda, seria tão ingênuo e distraído de nossa parte se pensássemos que poderíamos realizar as coisas no menor espaço de tempo possível, com o mínimo de matéria prima, diminuindo nossa energia empregada e aumentando exponencialmente a qualidade de nossas ações.
Mas, não seria ingênuo e nem distraído se houvesse respeito do homem consigo mesmo, do homem com o próximo, do homem com a sociedade que o cerca e, fundamentalmente, do homem com o meio ambiente. E, se houvesse esse respeito, as transformações do mundo atual seriam menos dolorosas, de modo que a sociedade se envolveria, naturalmente, nas profundas transformações ambientais, econômicas, políticas, sociais, culturais e tecnológicas.
O avanço tecnológico, por sua vez, tende a acelerar as demais transformações, tanto em nível quantitativo, como qualitativo. Esse avanço, se feito de forma descontrolada, pode ser o gerador de um grau considerável de instabilidade no cotidiano dos grupos sociais, com reflexos imediatos na educação, na saúde, na preservação do meio ambiente, na economia e na qualidade de vida de cada pessoa.
A palavra respeito, então, nos traz o valor mais importante na relação social.
Respeito ao homem, ao meio ambiente e à vida, começa na compreensão entre os que desenvolvem e os que se utilizam da tecnologia. Mas esse respeito precisa ser ensinado nas escolas, nas comunidades e em todos os centros sociais e, nesse aspecto, também não podemos ser ingênuos e distraídos em acharmos que isso acontece de imediato: o ser humano tem necessidade de tempo para absorver e processar as alterações externas ou internas às quais é submetido pelos aspectos psico-emocionais e fisiológicos.
Desenvolver uma maneira estratégica de interagir pessoas e grupos, para pensar, sentir, decidir e agir, com o referencial do respeito, é potencializar o patrimônio cultural e social das diversas comunidades de um novo tempo.
É nessa perspectiva, de contribuir para melhorar as atuais estruturas ambientais, econômicas, sociais, culturais, políticas e tecnológicas, definindo um Comportamento Sustentável, que se imprime o propósito e o conjunto de ações do IFV.

 
 
PARA CONSECUÇÃO DOS SEUS OBJETIVOS O IFV SE PROPÕE A:
     
Cooperar com os órgãos de administração Pública e entidades particulares, que se dediquem aos mesmos objetivos;
Fazer intercâmbio com as associações congêneres, no País ou no  Exterior;
Angariar fundos para a mais perfeita realização de suas finalidades, inclusive com a assinatura de convênios;
Pôr em prática medidas ou atividades que forem julgadas convenientes para a consecução dos objetivos associativos;
Obter os meios e recursos para atender os objetivos da IFV, através de contribuições de associados, convênios, subvenções diversas, doações e promoções diversas.
Firmar convênios com órgãos governamentais, nas áreas de saúde, educação, trabalho, cultura, esporte, lazer, promoção e inclusão social e outros que julgar necessários, visando sempre o interesse social.
 
Av. Lúcio Costa, 3.360 Bloco 08 / 903 - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro. Fone: (21) 2234-4185